O amor é como uma planta que foi retirada de seu habitat natural, para sofrer a limitação das relações, seriam as relações então como os vasos de replantação, limitam..Mas ao mesmo tempo, são inevitáveis se queremos ter uma planta dentro de casa.
Quando sentenciamos o amor a uma existência limitada, ele acaba nos levando tempo, atenção e muitas vezes torna-se um vício.
E nada mais natural de que quando tem-se uma planta-de-estimação, querer cuidá-la, adorná-la, valorizá-la.. Eis então que surge a praga da cobrança, mascarada de doce cuidado.
A cobrança ataca a raiz do amor
É Filha da expectativa e neta do Ego, envenena, consome, dilacera o amor.
Já seu antídoto está manifesto no verdadeiro cuidado. Quando não possuímos mais expectativa sobre algo e nem sequer nos deixamos seduzir pelo ego de Ter. Simplesmente confiamos que a primavera trará o florescimento...